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História e Filosofia da Ciência

 
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A Colecção História e Filosofia da Ciência põe à disposição do leitor português obras de história e filosofia das ciências da autoria de reputados especialistas internacionais; obras que aliam à modernidade do tratamento uma reconhecida consagração pela comunidade de estudiosos. Serão também publicados nesta colecção textos de autores portugueses que, pela temática tratada, sejam de particular interesse para o público nacional. Espera-se que o aparecimento desta colecção contribua, junto de alunos, docentes e público interessado, para estimular o estudo da evolução histórica das ciências e a reflexão sobre questões filosóficas correlacionadas. A coordenação global da Colecção História e Filosofia da Ciência é da responsabilidade de Ana Simões (Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa e Centro de História das Ciências da Universidade de Lisboa) e de Henrique Leitão (Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa e Centro de História das Ciências da Universidade de Lisboa).

 

 

> Porto Editora

> Historiografia da Ciência
> Mecanismos e Mecânica
> Evolução da Tecnologia
> Fundamentos da Ciência Moderna
> Ciência e Iluminismo
> Homem e a Natureza
>
Ciência e religião
> Galileu cortesão
> Cidadão do mundo
> Do escriba ao sábio
> Passado como história

 

Mais livros...

     

Kostas Gavroglu, O Passado das Ciências como História, Porto: Porto Editora, 2007

A História das Ciências é a história de todos aqueles que se esforçaram por investigar e compreender a estrutura e o funcionamento da natureza. As ideias, as técnicas e as práticas que imaginaram para investigarem a Natureza, as entidades, os princípios e as leis que descobriram, as múltiplas instituições que criaram, as aplicações que planearam - todas essas coisas modelaram as ciências.

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Yves Gingras, Peter Keating, Camille Limoges, Do Escriba ao Sábio. Os Detentores do Saber da Antiguidade à Revolução Industrial, Porto: Porto Editora, 2007

Destinada não só aos estudantes mas a todos aqueles que se interessam por História, esta é uma introdução que se propõe romper com as histórias "verticais" fruto de uma crescente especialização, oferecendo corajosamente uma história "horizontal" em que se esboça um quadro de evolução das ciências, das suas origens à Revolução Industrial.

Escolhendo uma abordagem que foge à rigidez disciplinar, que só se instalou no domínio das ciências a partir do século XIX, articula o seu discurso em torno das noções de "modos de apreensão da Natureza" e de "detentores do saber".

Os autores optam por uma reconstrução dos grandes paradigmas que determinaram os quadros de interpretação e de transformação da natureza na história do mundo ocidental, desde as características algorítmicas dos saberes egípcio e babilónio e o saber axiomático, geométrico e dedutivo dos gregos até à concepção analítica que se instala na sequência da Revolução Científica. E focam a sua atenção nos actores que produziram, conservaram e propagaram o saber, analisando detalhadamente as suas origens na organização social e nas instituições do seu tempo, os seus métodos de trabalho, tanto intelectuais como materiais, e a natureza e objectivos das actividades em que se empenharam. Ainda que esteja atenta às formas institucionais, esta obra não se reduz à história "externalista" das ciências, na medida em que se interessa também por descrever as transformações conceptuais ocorridas ao longo da história.

 


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Ana Simões, Maria Paula Diogo, Ana Carneiro, Cidadão do Mundo. Uma biografia científica do Abade Correia da Serra, Porto: Porto Editora, 2006

A compreensão da figura de Correia da Serra impõe o estudo das suas convicções e contribuições científicas, normalmente votadas ao esquecimento, na medida em que é nelas que se articulam todos os outros aspectos da sua vida e obra. A originalidade das investigações que desenvolveu no âmbito da história natural e, especialmente, no domínio da botânica, colocam-no na senda de ideias que operaram a transição do paradigma da história natural setecentista para o da biologia do século XIX. A par disso, teve um papel activo na definição de uma rede internacional de naturalistas cuja relevância fez dele uma figura central nos circuitos de construção e de comunicação do saber científico.

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M. Biagioli, Galileu cortesão. A prática da ciência na cultura do Absolutismo, Porto: Porto Editora, 2005

Esta visão provocatória da obra de Galileu insere-se nas correntes da história cultural e social das ciências. Na corte dos Medici e junto do Vaticano, Galileu foi adaptando a sua carreira e a sua ciência às exigências da vida da corte e às regras impostas por um mecenato que detinha não só riqueza como poder e prestígio. As questões científicas que Galileu estudou, os métodos que explorou e as conclusões a que foi conduzido não devem, segundo Mario Biagioli, ser dissociadas do papel que Galileu escolheu desempenhar no seio de uma corte aristocrática setecencista.

 

 

J. Hedley Brooke, Ciência e religião. Algumas perspectivas históricas, Porto: Porto Editora, 2005

Neste livro John Hedley Brooke introduz o leitor a uma das áreas mais fascinantes e dinâmicas da história das ciências contemporânea - a análise histórica das relações entre desenvolvimento científico e crenças religiosas. Mostrando ao leitor quão redutoras são as teses que resumem essa questão quer à ideia de conflito quer à tese oposta da harmonia entre ciência e religião, Brooke articula um discurso que evidencia a subtileza, complexidade e variedade dessa interacção ao longo dos tempos.

 

Allen G. Debus, O Homem e a Natureza no Renascimento, Porto: Porto Editora, 2004

Esta obra debruça-se sobre o renascimento científico, uma etapa do Renascimento situada entre meados do século XV e meados do século XVII. Acompanha as implicações do humanismo na medicina e nas outras ciências assim como os termos da procura de novas metodologias para a ciência e do diálogo entre proponentes de uma visão místico-oculta do mundo e os que sondaram os caminhos da matematização e da observação da natureza. Não desprezando os desenvolvimentos mais conhecidos do domínio da física do movimento e da astronomia, esta obra reserva um lugar especial ao impacto da alquimia e da química no desenvolvimento da ciência e da medicina modernas.

 

Thomas L. Hankins, Ciência e Iluminismo, Porto: Porto Editora, 2004

Escrito por uma das maiores autoridades sobre ciência setecentista, este livro oferece um relato centrado nos principais acontecimentos associados ao desenvolvimento das ciências do século XVIII e às suas principais ideias, abarcando tanto as ciências físicas como as ciências da vida. Enquadra a ciência setecentista no contexto cultural iluminista, dando um especial destaque ao iluminismo dos enciclopedistas franceses, e revelando os contornos da influência das ideias científicas no pensamento da época.

 

Edward Grant, Os Fundamentos da Ciência Moderna na Idade Média, Porto: Porto Editora, 2003

Esta obra reflecte o interesse crescente que a história das ciências tem tido pelas contribuições científicas da Idade Média. Escrita por uma das maiores autoridades no assunto, nela se defende a tese de que os alicerces da ciência moderna foram estabelecidos nos mundos antigo e medieval, muito antes da revolução científica dos séculos XVI e XVII. Longe de poder ser vista como uma época das trevas, a Europa medieval preparou o caminho para as novas ciências do século XVII através das traduções de livros sobre ciência; da criação de uma nova instituição - a universidade; das adaptações da cristandade ao ensino secular; e, finalmente, da apropriação da filosofia natural aristotélica.

 

George Basalla, A Evolução da Tecnologia, Porto: Porto Editora, 2003

Neste livro apresenta-se uma teoria evolutiva da mudança tecnológica, ancorada nas noções de diversidade dos artefactos construídos pela humanidade, da necessidade como veículo motor da sua construção e, finalmente, na noção de evolução tecnológica que, baseada na analogia orgânica, explica tanto a emergência de novos artefactos como a sua selecção pela sociedade e incorporação na cultura material.

"... é um exercício de analogia muito interessante, recheada de conteúdo. (...) um autêntico manancial de informação, útil para os estudiosos de vários campos das ciências..." in Jornal de Letras

 

Richard S. Westfall, A Construção da Ciência Moderna. Mecanismos e Mecânica, Porto: Porto Editora, 2003

Este livro debruça-se sobre a revolução científica e é escrito por um dos especialistas do período e um dos grandes biógrafos de Newton. Opta por um relato centrado na história das ideias face às questões sociológicas e ao surgimento de novas instituições científicas, na medida em que considera o desenvolvimento das ideias como o fulcro da construção da ciência moderna. Considera que dois temas centrais, por vezes em conflito, dominaram a revolução científica do século XVII. Foram eles a tradição pitagórico-platónica e a filosofia mecanicista. A primeira, para a qual a arquitectura do cosmos assentava em princípios de ordem matemática, ambicionava descrever a natureza em termos matemáticos. A segunda, que associava a natureza a uma mecanismo gigantesco, ambicionava procurar os mecanismos causais responsáveis pelos fenómenos observados.

 

 

Helge Kragh, Introdução à Historiografia da Ciência, Porto: Porto Editora, 2003

Como revela Kragh no prefácio que ofereceu à edição portuguesa, o seu propósito ao escrever este livro foi instruir-se a si próprio e ao estudioso da história das ciências. Tendo inicialmente em mente aqueles que, como ele, têm formação científica e detêm conhecimentos superficiais nas áreas da história e da filosofia, acredita que o livro pode ser útil também ao estudante de humanidades. Assim, introduz o leitor às questões historiográficas aplicadas à história das ciências, pondo a ênfase em tópicos fulcrais para a análise do desenvolvimento do pensamento e práticas científicas e recorrendo amiúde a exemplos ilustrativos retirados de diferentes disciplinas e períodos históricos.

 

       
       
       
            
           
  Última actualização 22-02-08